"Os espelhos estão cheios de gente.
Os invisíveis nos vêem.
Os esquecidos se lembram de nós.
Quando nos vemos, os vemos.
Quando nos vamos, se vão?"
Eduardo Galeano: Espelhos
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Barão Wilhelm von Gloeden (1856-1931)

Terra do fogo.
Fotografia de Wilhelm von Gloeden

Um fotógrafo gay pioneiro, que usou jovens italianos para recriar imagens da Grécia Antiga. Viveu no exílio em Taormina, na Sicília, ajudando a cidade a se tornar um destino para homossexuais europeus e americanos.

AMBROSE, Tom. Heróis e exílios: ícones gays através dos tempos. Belo Horizonte: Gutenberg, 2011. p. 200. 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Índios norte-americanos na lente do fotógrafo Edward S. Curtis [Parte 2: 20 fotos]

A Hupa Indian

A Commanche mother

Hooper Bay youth

East mesa girls

Inupiat Family from Noatak, Alaska

Hopi children

Inuit man in kayak

Sweat lodge Nez-Percé

Cliff perched homes—Hopi

Najaho child

Hopi mother

Hupa mother and child

Nez Perce baby

Atsina

Cheyenne girl

Salmon stream

Povi-Tamu ("Flower Morning") - San Ildefonso

At the trysting place

Watching the dancers

Apsaroke scout

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Índios norte-americanos na lente do fotógrafo Edward S. Curtis [Parte 1: 25 fotos]

Acoma water girls

Blackfoot - Bear Bull

Woman and child 

Cheyenne maiden

Nunivak children

Arikara girl

Cowichan girl

Tewa girls

Boys in kayak

Gossiping - San Juan

Hesquiat woman 

Apache, Morning bath

Evening in Hopi land

Jicarilla man

Kutenai girls

Zuni street scene

Diegueño woman of Campo

By the river – Flathead

Qahatika water girl

Zuni girls at the river

Walvia ("Medicine Root") – Taos

Uwat – Comanche

Wishham girl, profile

Diegueño woman of Santa Ysabel

Geronimo – Apache

sábado, 1 de setembro de 2012

Arte de protesto social

Embora Hogarth tenha inaugurado essa forma de arte, antes do século XIX poucos foram os quadros ligados à consciência social. Os artistas se interessavam por temas grandiosos e, além disso, não ficava bem ter protestos políticos pendurados nas paredes. Alguns que desafiaram o status quo foram:

Francisco Goya denunciou, em tom causticante, as loucuras dos homens em quadros como "Três de Maio de 1808", componente de uma série denominada As Calamidades da Guerra.

Honoré Daumier, em "Rue Transnonain, 15 de abril de 1834", retratou um monte de corpos executados pelas tropas do governo. Aqui ele deixa implícito o efeito mortificante dos transportes na Idade da Máquina.

Jacob Riis, pioneiro do fotojornalismo, denunciou condições escandalosas como a dos imigrantes sem-teto.

Pablo Picasso atacou a destruição e a crueldade da guerra em obras como "Guernica".

Diego Rivera retratou um executado camponês mexicano como Cristo retirado da cruz.

Dorothea Lange deu ênfase à pobreza dos destituídos durante a Depressão.

Anselm Kiefer usou imagens dramáticas para protestar contra o horror do Holocausto.

STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002. p. 157.